20/10/2018 (SAB) até 21/10/2018 (DOM)
15h00
Entrada Gratuita
Todo fim de semana, o grupo Ingazeiro Maracatu se reúne para ensaiar, sempre a partir das 15h00. Aos sábados os ensaios acontecem no bloco do DCE, dentro da UEM (ao lado das quadras), já nos domingos acontecem na Vila Olímpica, embaixo do Restaurante Popular. Os ensaios são abertos, qualquer pessoa pode assistir, integrar o grupo e conhecer mais sobre a cultura do Maracatu. É só chegar!
Maracatu é um ritmo musical, dança e ritual de sincretismo religioso com origem no estado brasileiro de Pernambuco. Conforme o "baque" ou batida, existem dois tipos: Baque Virado (Maracatu Nação) e Baque Solto (Maracatu Rural). O primeiro, bastante comum na área metropolitana do Recife, é o mais antigo ritmo afro-brasileiro; e o segundo é característico da cidade de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte de Pernambuco). É caracterizado pelo uso predominante de instrumentos de percussão de origem africana. Com ritmo intenso e frenético, teve origem nas congadas, cerimônias de coroação dos reis e rainhas da Nação negra. Na percussão chama-se a atenção os grandes tambores, chamados alfaias que são tocados com talabartes (baquetas especiais para o instrumento). Estes dão o ritmo ou o baque da música e são acompanhados pelos caixas ou taróis, ganzás e um gonguê ou agogô.
O "Ingazeiro Maracatu", criado em 2010, é coordenado pelo arte-educador, músico e produtor cultural João Guilherme Furlan, sediado na Universidade Estadual de Maringá (UEM), Zona 7, o grupo angaria novos membros e elogios a cada apresentação. Segundo Furlan, o objetivo é disseminar a cultura nordestina e afro-brasileira na cidade, combater o preconceito racial e a intolerância religiosa.